sexta-feira, setembro 17, 2010

À BEIRA DO PEQUENO PRECIPÍCIO, PARTE 18

Mas que coisa!
Essa cara de espanto
que não mostra nada,
que indifere o que disse,
que você mesmo prometeu
que está desprometido
desdo do momento em que nasceu.

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    O poema de significado esdrúxulo acima fala pela primeira vez no blog sobre mim. Bom, na verdade, é usando como contexto a minha vida que vou falar da sua, caro leitor. Bom, amanhã farei 18 anos e como esse é um marco para mim, quero que seja um marco para o blog. Por isso vou falar do que venho tentando gritar a todos.
    No poema que deveriam ter acabado de ler rs, tento mostrar como seria a indignação de alguém ao ver como estou hoje, como seria estranho olhar para mim, porque é tão encomodo pensar que a nossa vida pouco significa para o mundo (o planeta Terra tem 4,5 bilhões de anos!), mas, mesmo assim, às vezes basta para nós (: Quer dizer, eu prometo muitas coisas, minha cara de espanto nunca mostra nada, me espanto por bobeira, e no final está desprometido desdo momento em que nasci, sabe? De que vale uma promessa afinal? Quero dizer, a gente faz tanta coisa que pouco importa para nós mesmos! Por isso gosto de escrever, porque acho que pouco importa o esforço individual quando a pessoa não troca ideias, quando a pessoa não muda a vida de alguém (vegetarianismo)... é como trabalhar em um escritório carimbando documentos a vida inteira. Você vai mudar o que assim? Não estou dizendo para ninguém criar blogs ou coisa parecida, cada um sabe o que faz rs.
    Bom, vou falar um pouco dos temas dos ultimos posts para dar algum sentido à síndrome de luanzisse. Sem explicar nada, só dizer os assuntos que eu quero que estejam na sua cabeça depois de acompanhar o blog até aqui, esse será o "marco zero", pois se não mudou nada na sua cabeça até aqui, ou ao menos o fez pensar sobre seus conceitos, pode parar de ler. Eu também vou mencionar alguns posts meus, e você pode lê-los novamente, talvez com um outro olhar. Isso vai me ajudar a ver o que eu posso passar do que eu acho até o ultimo dia dos meus dezessete anos. Ah, sei lá, foda-se, aí vai:


(OPA, A ANÁLISE FOI REMOVIDA!
Poemas não precisam ser explicados.
O post continua como o original.)
 
  
          Não coloquei tudo acima, tópicos não explicam nada... há muitas outras coisas e posts, além de outras interpretações dos poemas serem válidas. Talvez você ache esse post idiota e que tira o sentido do blog, mas eu realmente queria que vocês, leitores, relessem (como escreve isso?) alguns poemas, e tomara que os ajude, porque, para mim, muita pouca coisa fez sentido até agora nesse mundo. Bom, tchauzinho. Esse é o primeiro post que eu me despeço, mesmo porque, volto só quando eu estiver mais maduro haha.
          Dramático, não!?




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      — caro sr. leitor: por favor, um comentário qualitativo(...)